NAVIOS E AERONAVES DA MARINHA DO BRASIL!!!

Atualizado: Set 11

Você conhece os Navios e Aeronaves da Marinha do Brasil?

Toda semana iremos apresentar algum deles aqui em nosso blog.


Hoje destacamos o Navio-Aeródromo Multipropósito.

O Navio, atual Capitânia da Esquadra, é projetado para as tarefas de Controle de áreas marítimas, projeção de poder sobre terra, pelo mar e ar. É apropriado, também, para missões de caráter humanitário, auxílio a vítimas de desastres naturais, de evacuação de pessoal e em operações de manutenção de paz.

Meio Naval: A140 - "Atlântico"


História


Foi realizada em 29 de junho de 2018, na Base Naval de Sua Majestade, em Devonport, na cidade de Plymouth - UK, a Mostra de Armamento, iniciando a singradura do Navio, na Marinha do Brasil.

O NAM “Atlântico”, HMS “Ocean”, na Marinha Real Britânica, foi construído em meados dos anos 90 pela Kvaerner Govan e pela VSEL em Barrow-in-Furness. Comissionado em setembro de 1998, operou a partir da Base Naval de Devonport, em Plymouth.

No seu histórico de serviço, constam operações navais em apoio a ações humanitárias no Kosovo e na América Central. No ano 2000, participou da Operação Palliser, na Serra Leoa. Logo em seguida, operou no Oriente Médio, no grupo de combate do HMS Illustrious na Guerra do Iraque. Em 2009, foi deslocado para a Ásia, novamente em operações navais e apoio a ações humanitárias. Em 2011, participou da Operação Unified Protector, na Líbia. No ano seguinte, retornou à Inglaterra para reformas e, posteriormente, participou de operações navais, no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte. Em 2017, participou da operação Ruman, por meio de operações navais em apoio a ações humanitárias nas ilhas do Caribe, afetadas pelo furacão Irma.

O nome Atlântico remete a saga das Grandes Navegações, que proporcionaram, entre outros notáveis feitos da Escola de Sagres, o descobrimento do Brasil. Adicionalmente, atesta a relevância desse espaço oceânico na conformação da nação brasileira, em todos os períodos de sua história.



Fragatas Classe Greenhalgh, que faz parte dos Meios da Esquadra.

F49 - Rademaker


São Navios-Escolta. Podem localizar e destruir aeronaves, navios de superfície e submarinos inimigos, além de efetuar patrulhas nas nossas águas. As Fragatas classe Greenhalgh deverão ser empregadas em tempo de guerra nas tarefas básicas do Poder Naval, prioritariamente, Controle de Área Marítima e na contribuição para a dissuasão.


História


A Fragata "Rademaker", ex-HMS Battleaxe - F 89, é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald. Foi incorporada a Marinha do Brasil em 30 de abril de 1997, na Inglaterra, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, que contou com a presença do Embaixador do Brasil no Reino Unido.

Os navios da Classe Greenhalgh foram construídas pelo estaleiro Yarrow Shipbuilders Ltd., em Scotstoun, Glasgow, na Escócia. O contrato de compra das fragatas foi assinado entre o Governo Brasileiro e o Ministério da Defesa Britânico em 18 de novembro de 1994, com as transferências ocorrendo a medida que foram dando baixa da Royal Navy.


Fonte: https://www.marinha.mil.br/meios-navais





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